Primeiro uma coisa é uma pessoa gostar de jogos e jogar, outra coisa é uma pessoa jogar quando tem um tempinho. Ou seja separando aqui as águas para que este "post" faça sentido, aqui os "Hardcore gamer's" que lêem o "Load & Play", alguma vez se perguntaram porquê os jogos como "hobby"?
É estranho, gastamos imenso dinheiro em consolas, nas últimas novidades de jogos, mesmo sabendo que daqui a uns meses esses mesmo jogos aparecem a metade do preço, compramos os jogos e não fazemos uso da pirataria seja para que sistema for e seja ou não muito fácil de piratear esse sistema ou não. Estes para mim são os puros gamer's aqueles que compram os jogos e as consolas e respeitam o suor, lágrimas e sangue que as Software Houses empregam em cada obra que é lançada.
Eu para além do hobby dos jogos tenho outro que é bicicleta, mas no entanto é um hobby secundário, não sou aquele maluco das "bikes" que tem uma Trek ou uma Specialized que custa mais que um automóvel em segunda mão. Noutro dia fui andar para a praia, meter os pensamentos em ordem ao som do mar e vejo uns "pinguins" a praticar bodyboard, pensei porque é que não me deu para aquilo? Porque é que me deu para os jogos? E porque é que me deu para os jogos e não para o alcool? se formos para o espaço dos vícios já que para muitos os jogos são vícios.
Os jogos para mim são como escape da realidade, quando jogo não penso na realidade nos problemas do dia a dia, nos stress's e sei lá mais o quê, talvez seja essa a razão. Também pode ser o poder apreciar um mundo novo através dos gráficos das consolas, experienciar outras realidades. É por isso que acho os jogos tão interessantes. E agora também com a componente social que os jogos next-gen introduziram é mais uma forma de interagir com as pessoas conhecer e socializar com pessoas através de um jogo.
Mas digo-vos que é preciso ter coragem para seguir este caminho, é preciso ter coragem para gastar 300/400 euros numa consola, é preciso coragem gastar 60/70 euros num jogo, é preciso coragem para dizer aos nossos pais ou ás nossas esposas/maridos que gastamos este dinheiro em jogos que ainda para a grande maioria é visto como uma brincadeira de adolescentes na puberbedade ou até de crinaças.
Por isso não sei se alguém que passe por aqui e tenha esta paixão pelos jogos como eu e mais uns quantos quer partilhar o porquê de ter escolhido este caminho, espero que sim, espero que alguém também tenha a coragem de dizer o porquê realmente de ter escolhido os jogos como hobby.
sábado, 15 de novembro de 2008
Porquê os jogos?
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Etiquetas: trivialidades
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Japão em queda

A indústria de jogos japonesa está a atravessar uma crise. As vendas de jogos e de consolas têm decrescido imenso, os números falam de uma queda de 30%!
Será da crise? Ou será que o que já muitos têm vindo a prever se está a tornar realidade? O que se previa é que com a quantidade de software de porcaria e de jogos pouco inovadores que têm vindo a assolar o mercado japonês mais tarde ou mais cedo ia fazer com que a indústria deles caísse a pique. As pessoas fartaram-se de porcaria, finalmente ou pelo menos já não compram tanta porcaria como compravam à uns anos, talvez esta crise não seja assim tão má pois pode ser que o mercado japonês comece a produzir mais pérolas vídeo jogáveis em vez de jogos de Hentai e coisas do género.
Por estes lados parece que o público para além de ser um pouco mais hardcore também é um pouco mais instruído em relação aos japoneses, daí que os jogos que têm saído por estas bandas são na grande maioria, grandes jogos que ninguém devia perder, o nível de qualidade dos jogos das marcas europeias e americanas aumentou substancialmente e isso faz com que as pessoas comprem jogos muito mais frequentemente.
Espero que a indústria japonesa sofra alguma mudança, que as empresas de lá comecem a ser mais ambiciosas e deixarem de fazer joguecos de treta, era bom que o mercado japonês volta-se aos seus bons velhos tempos, onde um jogo japonês era sinónimo de grande qualidade, grande jogo e grande divertimento.
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Etiquetas: Indústria
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Star Wars The Force Unleashed Review
Eu sou um grande fã de Star Wars e como tal fiquei muito interessado neste último jogo da Lucas Arts que tinha tudo para deixar os fãs de Star Wars a espumar da boca, e até eu ter tocado no jogo assim foi. Um jogo onde podiamos experienciar o poder da Força de uma forma completamente descontrolada e ainda por cima um jogo que conta o que se passou entre os episódios 3 e 4 dos filmes? É o wet dream de qualquer fã de Star Wars. Infelizmente a força não está com este jogo.
Este jogo como disse é o elo entre as duas sagas principais dos filmes, para além disso, conta como o Darth Vader arranjou também um aprendiz do lado negro da Força e a outra coisa interessante é mostrar como foi criada a Rebel Alliance. A história é contada e desenvolvida através de cut-scenes em CG que estão muito boas. Existem alguns twists e turns que deixam qualquer fã de Star Wars agarrado à história, os personagens também estão muito bem caracterizados. Existem personagens que dão um pouco de humor como por exemplo o Proxy que é o fiel companheiro do nosso héroi que o seu programa principal é matá-lo. Pode-se dizer que a história e as personagens são mesmo do universo Star Wars, têm aquele charme que pronto faz com que qualquer fã fique doido.
Gráficamente o jogo não é nada mau, apesar de também não ser nada de espectacular, no entanto existem vários momentos que nos deixam WOW quando por exemplo entramos numa cabana de Wookie e a destruímos com uma onda de força. Aqui neste jogo os materiais deforma-se de uma forma realista e a juntar a esta tecnologia temos ainda o Havoc, Ragdoll e o Euphoria. Pena é que existem muitos glitch's como problemas de detecção, pop-ups... Uma série de problemas que podiam ser resolvidos se tivessem tido mais um pouco de tempo até lançar o jogo. A nível de som, o sistema 5.1 funciona extremamente bem neste jogo e a banda sonora tem as músicas de Star Wars, é uma espécie de best of com alguns arranjos para o jogo, ou seja é uma reciclagem das músicas dos filmes, ás vezes até parece um remix das músicas de Star Wars, para quem é fã é sempre uma novidade e ao mesmo tempo são músicas a que já estão bem acostumados.
Na jogabilidade é que por vezes não entendo muito bem o que raio a Lucas Arts pensou, se por um lado existem bosses que são fáceis, por outro existem bosses que me fizeram baixar o nível de dificuldade para easy, as lutas deixam de ser interessantes quando estamos a ser constantemente bloqueados e contra-atacados para além de muitas das vezes os nossos poderes da força sejam ineficazes contra os bosses. Depois a secção onde temos de mandar um Star Destroyer ao chão também é completamente fail, era talvez uma das partes mais interessantes do jogo e que ia fazer muitos dizerem Wow!, para se tornar na parte mais chata e estúpida do jogo onde o jogador para além de lutar contra o Star Destroyer e os Tie-Fighters, também luta com os controlos do jogo. Aliás básicamente ao longo do jogo temos de lutar contra os controlos, desde saltos completamente imprevissíveis no que toca ao saber onde vamos aterrar, a problemas de cãmara, problemas de lock-on e alguns problemas a nível de controlo da força... enfim desiludio muito neste departamento.
Eu realmente queria gostar deste jogo, é uma pena pois o pacote exterior é muito bonito mas o jogo por dentro sofre problemas gravíssimos que estragam a experiência. Só aconselho isto aos fãs de Star Wars que andam por aí na nossa galáxia, porque para o resto do pessoal que quer um bom jogo third person de acção, não é aqui que vai encontrar o que quer.
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Etiquetas: Review
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Fable 2 Review
Albion está de volta e melhor que nunca, Fable 1 foi um jogo que prometeu muito mas muito do que foi prometido não conseguiu ser concretizado. Fable 2 também promete muito ou não fosse mais um jogo dirigido pelo Peter Molyneux, e apesar de ainda assim não cumprir tudo o que prometia, esteve muito, mas muito mais perto.
O jogo tem gráficos mesmo muito bons, para o tamanho do jogo que é pode-se dizer que é dos RPG's mais lindos que já joguei, tudo muito detalhado, montes de casas e lugares para descubrir e cada um foi tratado com muito cuidado. A Lionhead fez um optimo trabalho neste departamento, já no som não fiquei muito surpreendido, as músicas do jogo fazem lembrar muito as do primeiro Fable, quase que são iguais, quanto aos efeitos sonoros nada de espectacular também.
O jogo continua a ser um dos RPG's de acção mais agradáveis de se jogar, o sistema de combate é super simples, talvez demasiado simples e passado umas horas já se torna um pouco repetitivo, no entanto está bem feito. Existem vários ataques de magia e agora pela primeira vez também temos acesso a armas de fogo. Talvez dos poucos jogos que consiga o feito de agradar tanto aos hardcore gamers como aos casual gamers, pois neste jogo não se morre, só perdemos um pouco de experiência o que é bom para os que só querem se divertir e não querem perder tempo a comprar poções e coisas do género. É um jogo muito acessível mesmo.
Pode não ter das histórias mais interessantes e a main quest também se passa num instante mas depois da main quest podemos continuar a explorar Albion existe mesmo muito para ver e muitas coisas para fazer, muitas side-quests, empregos, é um mundo muito grande e divertido para nós brincarmos nele.
Talvez a grande falha é o co-op não ser do melhor, podia funcionar de uma maneira muito melhor e devia haver um modo co-op com ecrã dividido. Mas Fable 2 deve ser encarado como um jogo Single-Player, aliás consegue ver-se que o Co-Op neste jogo não foi feito de raíz, parece que foi uma feature que adicionaram já numa fase muito terminal do jogo.
Também é de referir que o jogo tem um replay value muito elevado, existem muitos momentos no jogo que temos de fazer escolhas e cada escolha muda o destino de Albion daí que se voltarmos atrás temos muitas decisões que podem ser tomadas e darem-nos acesso a muitas coisas diferentes.
Fable 2 por acaso surpreendeu-me, o pacote do jogo em si está muito melhor do que aquilo que Fable 1 oferecia ao jogador, temos muito mais replay value neste título, a história é bem melhor que o primeiro, as cidades são muito mais vivas e interessantes e existe tanto para fazer que isto é quase como se fosse um Oblivion mas muito mais concentrado e muito mais bem executado. Pode não ter ganho para mim o primeiro lugar no que toca a RPG's desta geração (Ainda acho Mass Effect bem melhor), mas é sem dúvida um RPG que ninguém deve perder.
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Etiquetas: Review
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Left 4 Dead Demo
Está na moda isto das demos e das betas, do arranjar códigos para poder fazer o download destas coisas que deviam ser disponibilizadas ao público livremente... As betas ainda compreendo, agora o demo do Left 4 Dead ou o modo trial do Mirror's Edge... Enfim, já chateia um bocado.
Mas deixando isso de parte o que interessa aqui é que o demo de Left 4 Dead está disponível aos sortudos que arranjaram um código e podem crer que é uma das melhores coisas que já joguei.
O demo não é nada mau, permite jogo online em co-op, pois este jogo foi feito de raíz para o jogo em cooperativo até 4 jogadores, também permite o jogo co-op local até 2 jogadores com ecrã dividido.
Gráficamente não é nada de especial até começarmos a ver dezenas de zombies a vir na nossa direcção, é tudo muito fluído e o jogo está bastante polido, e ainda assim consegue ter gráficos bem acima da média.
A nível de som também está fantástico com os ruídos e grunhidos dos zombies, as armas etc, isto se for jogado num sistema 5.1 é um verdadeiro mimo para os ouvidos.
Na jogabilidade temos um jogo que em termos de ritmo está muito bem desenhado, existem muitas secções de acção "non-stop" para depois estar tudo calmo para recuperar-mos da onda de zombies que passou, para depois de repente outra secção com uma enchente de zombies e mais acção "non-stop", isto faz com que Left 4 Dead tenha um ambiente único, e o jogador consegue saborear tanto os momentos mais calmos como os de acção "non-stop", está muito bem doseada esta dualidade de ritmos de jogo e isso não é coisa fácil de obter. O jogo também será sempre diferente pois os zombies nunca aparecem do mesmo sítio, o que é bom para o jogo não se tornar repetitivo. Outra coisa que não é fácil de captar mas que está muito bem reproduzida é o feeling de disparar as armas, está mesmo brutal, parece que estamos mesmo a descarregar uma Uzi ou uma AK nos zombies, e cada arma tem um feeling completamente diferente ao disparar.
Vê-se que para além dos gráficos e do som a jogabilidade foi testada até ao ínfimo pormenor.
Existe muitos zombies diferentes e muitas classes de zombies, existem zombies gordos que explodem quando se aproximam deixando a nossa vista turvada com vómito de zombie, depois temos os smokers que para além de nos amarrarem com uma língua gigante quando morrem deixam uma enorme nuvem de fumo e existem os hunters que são zombies extremamente rápidos que nos podem derrubar e desfazer-nos até à morte. É também aqui que o trabalho em equipa não pode faltar, temos de ter atenção ao nosso companheiro para que não morra, avisá-los de mantimentos que estejam espalhados pelo mapa ou dar mantimentos ao nosso companheiro para ver se não morre e para além disso estar com atenção ao nosso companheiro pois se ele for derrubado e ninguém o acudir ele não se consegue safar sozinho.
A Valve tem aqui mais uma pérola para os jogadores, acho que todos os que gostam de um bom jogo de acção não saíram desapontados com isto. Isto não é de todo um jogo de terror, ainda assim acreditem que vão apanhar alguns cagaços principalmente quando virem uns 30 zombies a correr na vossa direcção. Sem dúvida uma das melhores coisas que joguei ultimamente e é um jogo que não podem perder quando sair nas lojas.
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Etiquetas: Demos
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Resistance 2 BETA
Resistance 2 é a grande aposta da Sony para este natal no que toca em First Person Shooter's, numa época onde até nem há assim tantos títulos FPS no mercado só mesmo Farcry 2, Mirror's Edge e Call of Duty 5 é que podem tirar um pouco da atenção a Resistance 2.
A beta de Resistance 2 consiste em dois modos distintos, modo multiplayer normal e o novo modo cooperativo de 8 jogadores. Tanto um como o outro não me impressionaram muito.
Portanto no que toca ao multiplayer é normal como todos os outros, o que impressiona são os mapas que mostram-se com um detalhe e com gráficos muito, mas muito bons. De resto o único erro a apontar foi em termos de animações, mas como isto é apenas uma beta, dá-se o benefício da dúvida.
O modo cooperativo a 8 jogadores é bastante diferente do que eu estava à espera, aqui temos 3 classes de soldados, ou seja o heavy weapons guy, o medic guy e o special ops guy, cada um com os seus pontos fortes e fracos, o que é engraçado pois deve-se criar uma equipa equilibrada para ir para estas missões que não são pêra doce. Os inimigos têm sem exagerar 100 vezes mais vida que o normal e alguns inimigos maiores ainda mais vida têm, é muito complicado matá-los e o jogo não dá hipótese nenhuma a quem se arma em rambo. É preciso trabalhar em equipa e para além disso é preciso usar muita táctica e ter muita calma para derrotar estes Aliens sobrealimentados. E devido à natureza deste modo deixou-me um pouco dividido, pois se por um lado é fixe usar tácticas para derrotar os nossos inimigos por outro lado é uma seca estar 5 minutos a vomitar munições para cima de um inimigo até ele finalmente falecer. Mais uma vez o incrível deste jogo são os gráficos e a quantidade de coisas que acontecem ao mesmo tempo neste modo, por vezes são tantos inimigos a disparar contra nós e nós contra eles que o ecrã fica totalmente cheio de efeitos de luz e de fogo e tudo isto sem haver slowdowns ou outros problemas técnicos. É caso para dizer que é impressionante o que a Insomniac consegue fazer com a PS3.
Sinceramente até gostei do primeiro Resistance, foi um jogo que apesar de não ser espectacular em nenhum aspecto foi sufecientemente competente para me manter interessado até ao final, confesso que o início era secante, mas foi um jogo que soube sempre melhorar até ao fim. Este Resistance 2 apesar de ter imensos modos online e offline e apesar de ter gráficos de outro mundo, a beta não me conseguio convencer para o adquirir pelo menos já, daí que para mim o jogo só virá quando estiver mais barato. Apesar disso não deixa de ser um título obrigatório para os possuídores de uma PS3 que querem um bom FPS para jogar este Natal.
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Etiquetas: BETA
sábado, 1 de novembro de 2008
Demos Overload!
Neste últimos dias tem sido uma torrente de demos e betas para os jogadores se entreterem enquanto as bombas não saem. Tomb Raider Underworld, Mirror's Edge, Call of Duty World At War... e isto meus amigos foi só o principio.
Ainda fiz o download ontem de mais duas demos e hoje estou a fazer o download da beta de Resistance 2 para a PS3.
Banjo Kazooie Nuts & Bolts também já teve direito a uma demo e eu já estive a experimentar e parece que é mais uma pérola da RARE para os jogadores da Xbox 360. Muitos devem lembrar-se de Banjo Kazooie na N64 que recebeu vários prémios por ser um dos melhores jogos de plataformas alguma vez feitos para a N64, e agora passado estes anos todos ele está de volta na 360 e com ele um estojo de ferramentas que lhe vai permitir construir vários tipos de veículos para ultrapassar obstáculos e completar alguns desafios. O jogo tem gráficos surpreendentemente bons e uma jogabilidade bastante sólida. O editor de veículos dá-nos muita liberdade e milhares de possibilidades, é capaz de não haver um único jogador a passar o jogo com o mesmo veículo. Por acaso confesso que não estava à espera que o jogo fosse tão bom, felizmente estava enganado e é mais um bom título para este natal.
Também para a 360 o demo de Naruto: Broken Bond, saiu silenciosamente ontem à noite depois de alguns imprevistos. Não sou um grande fã de Naruto, já vi alguns episódios, mas não sou um fiel seguidor da série, no entanto este jogo está com um aspecto incrível e é com certeza um "must" para os fãs. A jogabilidade é bastante simples e bastante divertida, qualquer pessoa pega no jogo e começa a jogar. A primeira parte do demo é fugir de uma cidade que está a ser atacada, é uma secção onde temos de ter atenção ao timing e virar nos momentos certos, depois disto vamos voando por uma floresta saltando de ramo em ramo. Depois chegamos a umas secções de combate, pode não ser o melhor aspecto deste jogo, o combate não é muito profundo e pareceu-me ser um pouco repetitivo demais, mas deu para divertir. Não é um demo que me fez ficar maluco para ir comprar o jogo, sinceramente acho que só os fãs é que vão saber apreciar o jogo como deve ser.
E agora é esperar por mais demos... Até lá divirtam-se com estas que já vos vão dar para entreter enquanto os jogos completos não saem. :)
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Etiquetas: Demos
